Depois da fome, da guerrada prisão e da torturavi abrir-se a minha terracomo um cravo de ternura.Vi nas ruas da cidadeo coração do meu povogaivota da liberdadevoando num Tejo novo.Agora o povo unidonunca mais será vencidoNunca mais será vencido.Vi nas bocas vi nos olhosnos braços nas mãos acesascravos vermelhos aos molhosrosas livres portuguesas.Vi as portas da prisãoabertas de par em parvi passar a procissãodo meu país a cantarAgora o povo unidonunca mais será vencidonunca mais será vencidoNunca mais nos curvaremosàs armas da repressãosomos a força que temosa pulsar no coraçãoEnquanto nos mantivermostodos juntos lado a ladosomos a glória de sermosPortugal ressuscitadoAgora o povo unidonunca mais será vencidonunca mais será vencido.José Carlos Ary dos Santos
esta democracia compara-se metaforicamente a uma doce sande de merda
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2 comentários:
Depois da fome, da guerra
da prisão e da tortura
vi abrir-se a minha terra
como um cravo de ternura.
Vi nas ruas da cidade
o coração do meu povo
gaivota da liberdade
voando num Tejo novo.
Agora o povo unido
nunca mais será vencido
Nunca mais será vencido.
Vi nas bocas vi nos olhos
nos braços nas mãos acesas
cravos vermelhos aos molhos
rosas livres portuguesas.
Vi as portas da prisão
abertas de par em par
vi passar a procissão
do meu país a cantar
Agora o povo unido
nunca mais será vencido
nunca mais será vencido
Nunca mais nos curvaremos
às armas da repressão
somos a força que temos
a pulsar no coração
Enquanto nos mantivermos
todos juntos lado a lado
somos a glória de sermos
Portugal ressuscitado
Agora o povo unido
nunca mais será vencido
nunca mais será vencido.
José Carlos Ary dos Santos
esta democracia compara-se metaforicamente a uma doce sande de merda
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